
Uma ofensiva generalizada por todo o país, baseada em acusações pessoais, tenta reverter o favoritismo da candidatura Obama nas pesquisas. Não partem somente da campanha republicana, senão também de associações conservadoras, propagandas que tentam espalhar medo e insegurança nas pessoas menos informadas. Será que um afro-americano tem condições de liderar o país? Seu voto em favor da liberdade da mulher de decidir não é um atentado à vida de muitas crianças? Como uma pessoa que convive com terroristas pode presidir a nação? Colocar a condução do país nas mãos de Obama é perigoso, arriscado, seria uma desonra para os Estados Unidos. A vice de McCain, Sarah Palin, tem se destacado nessa campanha difamatória. E a Associação Nacional do Rifle anuncia que investirá 15 milhões de dólares para esclarecer os norte-americanos de porque não votar em Obama. A campanha de Obama divulga um levantamento em que, nas últimas duas semanas, quase 100% dos anúncios da chapa McCain-Palin tem conteúdo negativo. E afirma que fazem isso porque não tem respostas para os problemas com que se defrontam as pessoas comuns.
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